domingo, 26 de fevereiro de 2012

Recuperação de trecho da BR-230 no Cariri Cearense é anunciada


A recuperação de um trecho da BR-230 no Cariri cearense foi anunciada durante encontro nesta sexta-feira (24) com a presença dos representantes de três municípios da região e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit). A ordem de serviço foi assinada pelas prefeituras de Farias Brito, Lavras da Mangabeira e de Várzea Alegre, além do engenheiro da construtora vencedora da licitação com a promessa de que as obras começariam imediatamente.
“Elaboramos o projeto para a rodovia a partir de duas ações: uma deve começar imediatamente para a manutenção da rodovia e, em seguida, a rodovia toda será reconstruída. A primeira deve custar na faixa de R$ 7 milhões de reais e a segunda orça em torno de R$ 30 milhões de reais”, garante o superintendente do Dnit, José Abner de Oliveira Filho.
José Helder Máximo de Carvalho, prefeito de Várzea Alegre aponta para os prejuízos causados pela falta de estrutura na rodovia. “O recurso é todo do Ministério dos Transportes. Eu e os outros prefeitos das regiões atingidas pelo trecho danificado nos sentimos prejudicados. A obra com recursos federais vai solucionar o prejuízo dos municípios que transitam para o Cairri e do Cariri para a região do Vale do Salgado”, afirma o prefeito.
34 quilômetros danificados
Os problemas no trecho da rodovia podem ser notados na saída de Farias Brito até a divisa com o estado da Paraíba. Nesse trajeto, 34 dos 105 quilômetros estão danificados, conforma indica a placa de alerta. “O perigo de acidentes é muito grande. Temos de socorrer as pessoas e às vezes até dar o pneu extra dos nossos carros para outros motoristas, além do risco de assaltos. Está horrível”, reclama o comerciante João Evangelista.
A população que mora na zona urbana de Várzea Alegre também reclama dos buracos existentes no trecho da BR que corta a localidade. Essa é a primeira manutenção da rodovia em dois anos. Os transtornos fizeram dobrar a tempo do trajeto entre Várzea Alegre e Farias Brito, prejudicando o trabalho das transportadoras que atuam na região. “Gasto uma hora para trafegar, mas se estrada fosse boa gastaria apenas 25 minutos”, afirma o motorista de ônibus José Pequeno.

Fonte: G1Ce

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