sexta-feira, 6 de abril de 2012

Novo protótipo de chip pode mudar a forma de produção de celulares

Celulares transparentes e que podem ser usados ao redor do pulso, como um relógio futurista. Câmeras fotográficas do tamanho de uma caixa de fósforo, perfeitas para serem guardadas no bolso sem ocupar espaço. 

Essas são apenas duas das utilidades de uma invenção que promete mudar o modo de fabricação dos dispositivos móveis. Pelo menos é o que acredita James Tour, professor de química, ciência da computação, engenharia mecânica e ciência dos materiais da Universidade Rice, nos Estados Unidos.

Em 27 de março, Tour apresentou, durante um encontro da Sociedade Americana de Química, o protótipo de um chip que pode vir a ser uma nova memória para computadores — mais rápida e com maior capacidade que as não voláteis, atualmente usadas em dispositivos como netbooks, smartphones e pen drives.

Segundo o pesquisador, a nova tecnologia se baseia em finíssimos filamentos de cinco nanômetros de largura (ou 0,000005mm), tamanho que as tecnologias atuais só serão capazes de alcançar no fim desta década. As medidas extremamente reduzidas e a arquitetura favorável para implementações 3D (formada por células de memória “empilhadas” e muito menores que as atuais) permitem que a memória armazene mais dados que as convencionais, como a RAM — e seja usada em aparelhos cada vez menores.

Confira aqui a conferência de imprensa dada por James Tour, professor de química, ciência da computação, engenharia mecânica e ciência dos materiais da Universidade Rice, nos Estados Unidos.



Correio Braziliense

Nenhum comentário: