terça-feira, 1 de maio de 2012

Menina de 10 anos precisa de R$ 30 mil para fazer transplante


Talita Cristina tinha 7 anos quando descobriu a leucemia . Hoje, aos 10, já passou por vários processos de quimioterapia até descobrir que, no seu caso, somente o transplante seria a solução para curá-la do câncer no sangue. O aparecimento de manchas roxas pelo corpo , febre entre outros sintomas foram identificados pelo médico , que passou como tratamento várias sessões de quimioterapia. Embora os exames tenham mostrado que a pequena Talita estava curada após três meses do tratamento, seis meses depois todos os sintomas voltaram.
Diagnosticada com leucemia mieloide aguda, um novo processo de quimioterapia foi feito , e desta vez, o nome de Talita foi para a fila de espera para o transplante de medula óssea ,onde esperou mais de dois anos. Na última semana, um doador compatível foi encontrado nos Estados Unidos e agora a família precisa custear os gastos que terá com o deslocamento, exames e alimentação, já que a cirurgia não é feita no Piauí. A viagem está marcada para o dia 7 de maio e a consulta para o agendamento da cirurgia deve ser realizada no dia 8. Para arrecadar o valor necessário para a manutenção da família durante todo esse tempo, ela já realizou bingo e feijoada. Estima-se que seja em torno de R$ 30 mil para custear os gastos.




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Um comentário:

Encontrando Dr. Hodgkin disse...

Olá

Assim como a Talita, eu também tenhho possíveis doadores de medula óssea nos EUA, mas para fazer o tratamento, não é preciso ir para lá, todo o processo é feito via SUS, e a medula é coletada, congelada e trazida para o Brasil. Entendo que no Piauí não se faça o procedimento, e provavelmente ela e a família deverão ter de se deslocar para SP, RJ ou outro estado, mas existem mecanismos que a assistência social do hospital em que ela se trata poderão dar detalhes, que são o TFD (Tratamento Fora de Domicílio) e também as casa de apoio, que são ong's que servem como moradia para pacientes e familiares que têm de fazer seus tratamentos longe de casa.

E também há ong's que auxiliam nesse trâmite. No Piauí eu não conheço nada, mas em Manaus tem o Instituto ALGUEM e em Maceió tem o Instituto Arthur Amorim, ambos orientam e encaminham famílias de pacientes, principalmente infanto-juvenis, para tratar-se adequadamente com o apoio desses benefícios.
A ABRALE - Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia - também tem como orientá-los em todos os aspectos.

http://alguem.org
www.arthuramorim.org.br
www.abrale.org.br

Abraços,

Carin